cenário eleitoral no Paraná em urna eletrônica durante votação, imagem ilustrativa relacionada às eleições de 2026 no Estado.

Pesquisa mostra cenário para Governo e Senado no Paraná

Por Redação Giro Regional PR

O cenário eleitoral no Paraná começa a ser desenhado pela pesquisa do Instituto Paraná Pesquisas divulgada nesta quinta-feira (3), que avaliou as intenções de voto para o Governo do Estado e para o Senado nas Eleições 2026. No cenário estimulado para governador, Sergio Moro aparece na liderança, enquanto Deltan Dallagnol ocupa a primeira posição entre os nomes apresentados para o Senado.

Moro lidera disputa pelo Governo

Na disputa pelo Governo do Paraná, o senador Sergio Moro (PL) aparece com 45% das intenções de voto no cenário estimulado, quando os nomes dos concorrentes são apresentados aos entrevistados.

O deputado estadual Requião Filho (PDT) aparece em segundo lugar, com 24%, seguido pelo deputado federal Sandro Alex (PSD), que registra 17,5%.

Na sequência, Adriano Funileiro (PCO) e Tayná Miessa (UP) aparecem com 0,9% cada. Luiz França (Missão) e Alexandre Salomão (Mobiliza) têm 0,5% cada, enquanto Samuel de Mattos (PSTU) registra 0,4%.

Os eleitores que declararam voto branco, nulo ou em nenhum dos nomes somam 5,4%. Outros 4,9% disseram não saber ou não quiseram opinar.

No cenário espontâneo, em que os nomes dos concorrentes não são apresentados previamente, Sergio Moro também aparece na primeira posição, com 24,2% das citações.

Requião Filho foi lembrado por 10,2% dos entrevistados e Sandro Alex por 6,3%. O atual governador do Paraná, Ratinho Júnior (PSD), foi citado por 1,7%.

Outros nomes somaram 0,5%, enquanto Luiz França registrou 0,2%. Nesse cenário, 51,2% dos entrevistados não souberam ou não quiseram opinar, e os votos brancos e nulos representam 5,8%.

Expectativa de vitória

A pesquisa também perguntou aos eleitores quem eles acreditam que vencerá a disputa pelo Governo do Paraná, independentemente da preferência pessoal de voto.

Sergio Moro foi apontado por 49,4% dos entrevistados. Requião Filho aparece com 15,9% e Sandro Alex com 14,9%.

Alexandre Salomão e Tayná Miessa tiveram 0,3% cada. Adriano Funileiro, Luiz França e Samuel de Mattos registraram 0,2% cada.

Nesse levantamento, 18,5% não souberam ou não responderam.

Rejeição

No índice de rejeição, Requião Filho aparece na primeira posição. 36,6% dos entrevistados afirmaram que não votariam nele de forma alguma.

Sergio Moro aparece em seguida, com 24,8%, enquanto Sandro Alex registra 10,9%.

Tayná Miessa tem 5,5% de rejeição; Adriano Funileiro, 4,7%; Alexandre Salomão, 4,1%; Luiz França, 3,2%; e Samuel de Mattos, 2,9%.

Outros 14,5% não souberam ou não opinaram, enquanto 6,4% afirmaram que poderiam votar em qualquer um dos nomes apresentados.

Deltan lidera disputa pelo Senado

O levantamento também avaliou a disputa por duas vagas ao Senado pelo Paraná em 2026.

No cenário estimulado, Deltan Dallagnol (Novo) aparece na primeira colocação, com 30,8% das intenções de voto.

Alexandre Curi (Republicanos) registra 28,4%, enquanto Gleisi Hoffmann (PT) aparece com 25,7%. Filipe Barros (PL) tem 22,9%.

Na sequência estão Cristina Graeml (PSD), com 14,4%; Dr. Rosinha (PT), com 13%; Marcelo Marcelino (PCO), com 1,7%; Joaquim do MLB (UP), com 1,3%; e Karen Guerreiro (Missão), com 0,9%.

Os entrevistados que declararam nenhum, branco ou nulo representam 7,4%. Outros 6,1% não souberam ou não opinaram.

Como serão eleitos dois senadores por Estado em 2026, cada entrevistado podia indicar até dois nomes no cenário estimulado da pesquisa.

Pesquisa ouviu 1.280 eleitores

O levantamento do Instituto Paraná Pesquisas foi realizado entre 31 de agosto e 2 de setembro de 2026, com 1.280 eleitores em 56 municípios do Paraná.

As entrevistas foram realizadas de forma pessoal, domiciliar e presencial. A margem de erro estimada é de 2,8 pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

A pesquisa está registrada na Justiça Eleitoral sob o número PR-03399/2026, abrangendo os cargos de governador e senador.

Segundo os dados divulgados junto ao levantamento, o estudo teve custo de R$ 40 mil e foi pago pela Sedek.

Os números apresentados representam o cenário registrado no período de realização das entrevistas e podem sofrer alterações ao longo do processo eleitoral.

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